3 motivos para realizar o coprocessamento

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3 motivos para realizar o coprocessamento

by Victor

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Você sabe o que é o coprocessamento?

O coprocessamento é o nome dado à incineração de resíduos como matéria-prima ou como combustível no processo de fabricação do cimento. Ele é uma alternativa sustentável na destinação de resíduos e contribui para que diversos materiais não sejam levados irregularmente para aterros.

Quais materiais podem ser coprocessados?

De acordo com o site Cimento.org, os seguintes materiais podem passar pelo processo de coprocessamento:

  • Lama com alumina (alumínio)
  • Lamas siderúrgicas (ferro)
  • Areia de fundição (sílica)
  • Terras de filtragem (sílica)
  • Refratários usados (alumínio)
  • Resíduos da fabricação de vidros (flúor)
  • Gesso, Cinzas e Escórias Solventes, resíduos oleosos e resíduos têxteis
  • Óleos usados (de carro e fábricas)
  • Pneus usados e resíduos de picagem de veículos
  • Graxas, lamas de processos químicos e de destilação
  • Resíduos de empacotamento e de borracha.
  • Resíduos plásticos, de serragem e de papel
  • Lama de esgoto, ossos de animais e grão vencidos

3 motivos para realizar o coprocessamento

1) Sua empresa dentro da lei

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), por meio da responsabilidade compartilhada, passou a enfatizar o papel das empresas na destinação dos seus resíduos. Com isso, cada gerador de resíduos passou a ser responsável pelo tratamento, disposição ou destinação final de seus resíduos.

As indústrias, que geram grandes quantidades de resíduos, passaram a buscar alternativas viáveis, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico, para se adequarem às legislações e o coprocessamento é uma boa alternativa para isso.

O coprocessamento além de ser uma alternativa que está dentro da PNRS, é regulamentado em âmbito federal e estadual. Em âmbito federal, destacam-se as seguintes resoluções:

  • Resolução CONAMA 264/99 – Coprocessamento em Fornos de Clínquer
  • Resolução CONAMA 316/02 – Sistemas de Tratamento Térmico
  • Resolução CONAMA 258/99 – Pneus

Importante: Os Estados que possuem regulamentações próprias são: Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. No estado de São Paulo, não é permitido realizar o coprocessamento por conta da regulamentação da CETESB.

2) Seu resíduo deixa de ser um problema

Esse processo destrói totalmente os resíduos. Com a eliminação completa, não há mais a obrigação de monitorar o resíduo eternamente. Além disso, muitos materiais deixam de ser destinados para aterros.

3) Sua empresa mais sustentável

Esse processo preserva jazidas e reduz a pegada ambiental das atividades extrativas. Além disso, ele contribui para a melhoria da saúde pública, retirando alguns materiais de circulação, como pneus inutilizáveis, eliminando focos da dengue.

 

O coprocessamento em Uberlândia

Com o coprocessamento, os resíduos de diversos segmentos ganham uma nova função.  A Witzler oferece essa solução em gerenciamento de resíduos em Uberlândia. A empresa realiza o coprocessamento contribuindo com a preservação do meio ambiente e seus recursos naturais, pois utiliza combustíveis e matérias-primas alternativos aos tradicionais.

 

Resíduo triturado aguardando o coprocessamento

Para garantir as qualidades exigidas no coprocessamento, é necessário retirar uma amostra do material e enviar para laboratório.

Ficou com dúvidas? Quer saber mais sobre o coprocessamento? Entre em contato conosco!

 

coprocessamento

 

Unidade de tratamento de resíduos em Uberlândia – Rua João Ascindino da Costa 295 – 34 3226 8772

Tratamento de resíduos em Bauru – Rua Iracema Cândida Posca 1-110, Distrito Industrial II.

(14) 3223-8722

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